Sem nenhum título, Medina tem pior desempenho de um campeão desde 2008

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da poker: A fase, de fato, não é boa. Gabriel Medina vem provando que não é tão fácil assim defender um título de campeão mundial de surfe. Com uma temporada irregular no Circuito Mundial (WCT), o brasileiro conseguiu mostrar sua boa forma na etapa do Taiti, encerrada nesta terça-feira, mas, com o vice-campeonato, segue sem títulos neste ano e alcançou uma marca amarga: tem o pior desempenho de um campeão desde 2008.

Após a disputa de sete etapas nessa temporada, Medina soma como performances um vice (Taiti), dois quinto lugares (Austrália – Bells Beach – e África do Sul), três quedas na terceira rodada (Austrália – Gold Coast -, Rio de Janeiro e Fiji), além de uma eliminação na estreia (Austrália – Margaret River).

Com esses números, o brasileiro é o pior defensor de título desde Mick Fanning que, após conquistar o campeonato de 2007, passou a temporada inteira sem vencer nenhuma etapa. Naquele ano, o australiano foi apenas o oitavo colocado geral.

Depois dessa temporada, o segundo pior desempenho também “cai na conta” de Fanning. Dono do título em 2009, o tricampeão mundial garantiu sua primeira vitória em uma etapa do Circuito apenas no sétimo evento do ano.

Atualmente na décima colocação do ranking mundial, Medina tem mais uma marca negativa para se preocupar, a quatro etapas do fim da temporada: um detentor de título não fica fora do top 10 há 13 anos.

Após conquistar o título em 2001, o americano C.J. Hobgood não teve uma boa performance na temporada seguinte, terminando em 15º. Desde então, o WCT teve quatro campeões: Andy Irons (HAV), Kelly Slater (EUA), Fanning e Joel Parkinson (AUS).

Em seus anos de defesa de título, Irons foi campeão duas vezes e vice em outra oportunidade. Slater, por sua vez, ergueu o troféu pela segunda vez duas vezes, ficou com o vice outras duas e um sexto lugar. Parkinson, campeão apenas uma vez, foi terceiro na temporada seguinte, enquanto Fanning teve um vice, um terceiro lugar e um nono.

Cercado de números e hipóteses, Medina vem confirmando a velha máxima que sempre esteve presente no esporte: conquistar um título é difícil, mas defendê-lo é ainda mais complicado.

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Após a disputa de sete etapas nessa temporada, Medina soma como performances um vice (Taiti), dois quinto lugares (Austrália – Bells Beach – e África do Sul), três quedas na terceira rodada (Austrália – Gold Coast -, Rio de Janeiro e Fiji), além de uma eliminação na estreia (Austrália – Margaret River).

Com esses números, o brasileiro é o pior defensor de título desde Mick Fanning que, após conquistar o campeonato de 2007, passou a temporada inteira sem vencer nenhuma etapa. Naquele ano, o australiano foi apenas o oitavo colocado geral.

Depois dessa temporada, o segundo pior desempenho também “cai na conta” de Fanning. Dono do título em 2009, o tricampeão mundial garantiu sua primeira vitória em uma etapa do Circuito apenas no sétimo evento do ano.

Atualmente na décima colocação do ranking mundial, Medina tem mais uma marca negativa para se preocupar, a quatro etapas do fim da temporada: um detentor de título não fica fora do top 10 há 13 anos.

Após conquistar o título em 2001, o americano C.J. Hobgood não teve uma boa performance na temporada seguinte, terminando em 15º. Desde então, o WCT teve quatro campeões: Andy Irons (HAV), Kelly Slater (EUA), Fanning e Joel Parkinson (AUS).

Em seus anos de defesa de título, Irons foi campeão duas vezes e vice em outra oportunidade. Slater, por sua vez, ergueu o troféu pela segunda vez duas vezes, ficou com o vice outras duas e um sexto lugar. Parkinson, campeão apenas uma vez, foi terceiro na temporada seguinte, enquanto Fanning teve um vice, um terceiro lugar e um nono.

Cercado de números e hipóteses, Medina vem confirmando a velha máxima que sempre esteve presente no esporte: conquistar um título é difícil, mas defendê-lo é ainda mais complicado.

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